
Creio que a capacidade da escolha, de decidir qual caminho seguir e qual atitude tomar, é o poder mais notável que todos nós temos em mãos. É esse poder que permite, ao enfrentar as mais duras adversidades, escolhermos entre sermos simples vítimas da circunstância ou superarmos os nossos limites.Nem todos conseguem superar os seus limites, claro - olhe ao seu redor e você mesmo verá pessoas que desistiram de tentar. Normalmente são pessoas cansadas e quando você pergunta a elas como estão, elas respondem com um "to indo…" sem graça.Mas, olhe novamente e preste atenção: estamos rodeados de pessoas que, com criatividade e resiliência, não apenas superaram seus "problemas", bem como se desenvolveram a partir deles.Pode ser a história daquela sujeito que, a despeito de uma infância pobre e desprovida de recursos, hoje é um profissional de sucesso, que consegue oferecer a segurança econômica e social para os seus familiares ou aquele outro sujeito que saiu do olimpo para bater no fundo do poço e voltar as alturas logo após.Uma história pessoal que ilustra apropriadamente a expressão da resiliência é a dolorosa passagem de Victor Frankl pelos campos de concentração nazistas, na Segunda Guerra. Enquanto diversos outros prisioneiros sucumbiam aos horrores da guerra, ele atuava como um "conselheiro" dos seus colegas de prisão, procurando oferecer um "sentido" à vida que levavam e como esse episódio em suas vidas ganharia significado no futuro.E reflita sobre o texto que reproduzo a seguir, de Sêneca (leia aqui, na wikipedia, sobre Lucio Seneca):Indica-me um jovem ainda incorrupto e de espírito alerta, e ele não hesitará em julgar mais afortunado o homem capaz de suportar todo o peso da adversidade sem dobrar os ombros, o homem capaz de alçar-se acima da fortuna. Não é proeza nenhuma manter a calma quando a situação é tranquila; é admirável, pelo contrário, conservar o ânimo quando todos se deixam abater, mantermo-nos em pé quando todos jazem por terra.(Jhon)
NAMASTÊ

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